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Dengue no Brasil

Dengue no Brasil

Ute Ritter entrevista Dr. Hermann G. Schatzmayr, do Departamento de Virologia da FIOCRUZ,  sobre a Dengue no Brasil.
Dr. SchatzmayrO virologista Hermann Schatzmayr é pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) há 46 anos e membro da Academia Brasileira de Ciências. Atual coordenador da Comissão Interna de Biossegurança do IOC e ex-presidente da Fiocruz, Schatzmayr era chefe do Departamento de Virologia do IOC quando o Instituto isolou o vírus da dengue pela primeira vez no Brasil, em 1986. Naquele momento era isolado o vírus tipo 1. Quatro anos mais tarde, também sob coordenação do pesquisador, foi isolado o vírus do tipo 2 e, em 2001, o tipo 3.

 

BNA: O que é dengue e qual é a situação da doença no Brasil?

 

Dr. Hermann G. Schatzmayr: Dengue é uma doença infecciosa febril causada por vírus transmitido por um mosquito chamado Aedes aegypti. A doença foi reintroduzida no Brasil em 1986 com o tipo 1, em 1990 tivemos o tipo 2 e em 2000, surgiu o tipo 3. Fala-se em reintrodução porque entre os anos 50 e 70 do século passado o mosquito havia sido erradicado do país mas acabou voltando, oriundo de outros paises das Américas e da África de onde ele não havia sido eliminados. O tipo 4 ainda não circula no Brasil, porém está presente em vários países que fazem fronteira conosco, como Venezuela e Colômbia e pode ser introduzido a qualquer momento. Tivemos desde o início dos casos mais de cinco milhões de notificações, ou seja, casos conhecidos pelas estatisticas, mas este número deve ser pelo menos cinco vezes maior.

 

BNA: Como ocorre a transmissão da dengue para o mosquito e deste para o ser humano?

 

Dr. Schatzmayr: O vírus é introduzido pelo mosquito no indivíduo quando a fêmea previamente contaminada com o vírus se alimenta de sangue. No organismo do homem o vírus multiplica-se fortemente e fica no sangue durante cerca de uma semana após o inicio dos sintomas. Neste intervalo outro ou outros mosquitos que suguem o sangue desta pessoa vão retirar também particulas de vírus.

 

Nos mosquitos que se alimentam com o sangue do paciente, o vírus também aumenta de número e após cerca de  dez a doze dias chega na glândula salivar do inseto. Daí é injetado em outras pessoas que por ele sejam  picadas. O mosquito vive cerca de dois a três meses e durante toda sua vida, após se infectar com o vírus, pode transmitir dengue a cada pessoa que ele pique.

 

BNA: Quais os sintomas da dengue? Quanto tempos após a picada os sintomas aparecem? Qual o tratamento recomendado ao paciente de dengue?

 

Dr. Schatzmayr: Os sintomas clínicos surgem entre seis a nove dias após a picada do inseto contaminado com o vírus e consistem em febre alta, dores musculares, dores articulares, dor de cabeça, nas costas e no fundo do globo ocular, prurido, exantema, muita prostação, hemorragias variadas de maior ou menor  gravidade, tonteiras e perda de apetite.

 

O paciente fica pelo menos uma semana impossibilitado de executar suas tarefas normais, às vezes até três semanas. Nos casos graves, o chamado dengue hemorrágico, que é uma complicação da doença, o paciente de dengue piora sem motivo aparente  passando a apresentar dor abdominal causada pela coleção de liquido no abdômen, queda de pressão sangüínea, diminuição do número de plaquetas (menos de cem mil passa a ser perigoso), turpor, febre alta, vômitos, hemorragias mais graves como as perdas sangüíneas  pelo ânus,  narinas e boca e desidratação (o líquido do sangue sai dos vasos e fica retido nas cavidades do pulmão e abdômen).

 

O quadro evolui rapidamente em poucas horas, os pacientes podem morrer por choque (pressão baixa e parada cardiaca) ou se recuperar e em poucos dias  recebem alta.

 

O tratamento indicado é injetar soro fisiológico na veia em quantidades bem ajustadas, para repor a perda de líquido. São contra indicados medicamentos contendo acido acetil salicílico.

 

Dengue Tipo 2 (original mag.:140.000x, final mag:340.000x) OMB, Fiocruz, RJ/BR.

BNA: O que uma pessoa deve fazer se achar que está com dengue ou apresentar algum sintoma de dengue? Quantas vezes uma pessoa pode ter dengue?

 

Dr. Schatzmayr: Deve procurar rapidamente o serviço de saúde para que seja examinado e feita a contagem das plaquetas e hematócrito (concentração do sangue). Se necessário, ficar em observação e receber o soro fisiológico. Importante é não perder tempo, pois a doença evolui rapidamente.


Teoricamente a pessoa pode ter uma infecção com cada um  dos tipos de vírus que circulam na região.
Temos que lembrar que quarenta por cento dos casos são inaparentes, ou seja, não ocorrem sintomas típicos de dengue e a pessoa não sabe que está infectada.

 

BNA: Quais os diversos tipos de dengue existentes no Brasil?

 

Dr. Schatzmayr: No Brasil temos no momento os tipos 1, 2 e 3 sendo este último mais patogênico. Como dito o tipo 4 ainda não foi encontrado no país, mas há grande risco de sua entrada.

 

BNA: Quanto à dengue hemorrágica, ela só ocorre em quem tem dengue pela segunda vez e é ‘obrigatório’ que ele apareça em quem apresenta dengue pela segunda vez? A transmissão da dengue hemorrágica é feita pelo mesmo mosquito? Qual a taxa de mortalidade?

 

Dr. Schatzmayr: A dengue hemorrágica ocorre com mais freqüência mas não obrigatoriamente, em pacientes que tiveram uma infecção anterior de dengue. Com o tipo 3 que atualmente predomina no país, temos visto quadros de dengue hemorrágico na primeira infecção pelo vírus,  pois esta amostra é muito agressiva.

 

Embora a denominação dengue hemorrágica seja utilizada para designar as formas mais graves da doença, muitas vezes não são observadas hemorragias nestes casos, especialmente se o quadro clínico evolui muito rapidamente para o choque e eventualmente morte do paciente. O mosquito, como dito anteriormente, é o mesmo.

 

A mortalidade depende do cuidado médico. Em locais com boa assistência apresentam letalidade em torno de um por cento  mas em locais mal assistidos, podemos chegar a taxas de até 5% de letalidade, quase sempre por demora no atendimento do paciente ou demora na procura do serviço de saúde.

 

BNA: Quais as complicações mais comuns? Existem cuidados especiais para serem tomados com bebês, crianças e idosos?

 

Dr. Schatzmayr: Uma parte dos pacientes com dengue pode, sem que se conheça  exatamente as razões para isto, evoluir rapidamente para um quadro de choque, com parada cardíaca e morte. Os que se recuperam não apresentam seqüelas, ou seja, a dengue não deixa lesões permanentes nos pacientes.

Pessoas idosas e crianças têm maior chance de evoluir mal, pela maior tendência destes grupos a sofrer uma desidratação aguda (quando o líquido sai dos vasos para as cavidades internas) podendo evoluir rapidamente para o choque e parada cardíaca. Na Ásia é descrito que as hemorragias nas crianças ocorrem com maior frequência. No Brasil ainda não temos dados sobre este aspecto.
Diabetes e problemas cardíacos ou respiratórios, freqüentemente encontrados em pacientes idosos, são fatores que agravam as infecções por dengue.

São descritos casos de depressão e tentativas de suicidio em pacientes idosos na fase de convalescência.

 

BNA: Porque não se deve usar medicamentos a base de ácido acetilsalicilico?

 

Dr. Schatzmayr: Porque o ácido acetil salicilico facilita a replicação viral por bloqueio de fatores de inflamação que combatem o vírus.

 

BNA: Qual o tempo necessário para a recuperação de um paciente com dengue?

 

A evolução é entre uma a três semanas.

 

 

Perguntas freqüentes sobre o transmissor da Dengue:

 

BNA: Qual é o mosquito transmissor? Somente a fêmea ‘pica’ as pessoas?

 

Dr. Schatzmayr: No Brasil o transmissor é o Aedes aegypti que é muito urbano. A palavra Aedes é de origem latina e significa exatamente "residência, moradia". Na Ásia existem outras espécies dentro do gênero Aedes, que também transmitem a doença.

 

Aedes aegyptisNo Brasil temos também o Aedes albopictus ou "tigre asiático", mosquito que entrou no país na década de 80 do século passado. Este mosquito, na Asia, é um importante vetor de dengue transmitindo a doença. No Brasil é muito possível que ele esteja também transmitindo a doença, mas  falta confirmar esta afirmação. O importante é que o A. aegypti sempre está presente onde há casos de dengue e o vírus pode ser também isolado de mosquitos coletados na natureza. Existem algumas outras (poucas) espécies de Aedes no Brasil, mas que não transmitem dengue.

 

Somente a fêmea pica o homem, em geral de dia e em especial ao amanhecer e ao entardecer. Eventualmente pode picar no início da noite, quando está em uma residência e se esconde por exemplo, debaixo de um sofá ou cadeira onde uma pessoa venha a se sentar. A fêmea precisa do sangue para que seus ovos fiquem férteis e as larvas possam nascer. A fêmea pode sobreviver se alimentando de néctar e outros líquidos açucarados eliminados pelas flores e plantas em geral, exatamente como faz o macho que não suga sangue.

 

BNA: De onde veio o Aedes? Ele tem uma determinada autonomia de vôo, pode ser ‘transportado’ em carros, navios e aviões e sobrevive a uma viagem destas ?

 

Dr. Schatzmayr: O gênero Aedes aegypti não existia nas Américas antes da chegada dos europeus (descobridores). O Aedes aegypti é originário do norte da África (daí o nome aegypti) e através do transporte internacional propagou-se para as Américas e para a Ásia. Nesta última região no passado, predominava o Aedes albopictus como o mais importante transmissor da doença.

 

 

Com isto o vírus da dengue, que é de origem asiática sendo descritos casos humanos desde muitos séculos na antiga literatura chinesa, também se espalhou para todo o mundo tropical.

 

Assinale-se que já ocorreram epidemias graves de dengue no Mediterrâneo europeu, como na Grécia em 1923 e com o aquecimento global estas invasões do mosquito podem se tornar mais freqüentes.

 

A fêmea quando busca coleções de água para colocar os ovos, pode voar até aproximadamente um quilômetro, mas normalmente mantêm-se próxima aos locais onde nasceu. Por aviões e navios os insetos podem alcançar qualquer ponto do mundo e se o clima for apropriado, acaba se adaptando aos novos locais e se aproxima do homem que viva naquelas áreas.

.

 

BNA: Toda pessoa que é picada pelo Aedes adoece? Existe forma de diferenciação entre as picadas de Aedes e de outros mosquitos?

 

Dr. Schatzmayr: Não, cerca de quarenta por cento das infecções ou seja  injeções do virus pelo inseto no indivíduo, são inaparentes, a pessoa  sente leves incômodos como um resfriado ou mesmo não apresenta nenhum sintoma, mas estas pessoas são capazes de transmitir virus se forem picadas pelo Aedes aegypti, pois o virus também está no sangue, exatamente como nos casos em que ocorrem sintomas clínicos. Não há como distinguir a picada do Aedes aegypti da picada de outros mosquitos, exceto se a pessoa for muito alérgica ao inseto. Em geral a pessoa nada sente durante a picada do inseto que leva cerca de dois minutos para completar a coleta do sangue.

 

 

BNA: O que fazer para diminuir o risco de contrair a dengue?

 

Dr. Schatzmayr: O importante é combater os focos do mosquito dentro da própria casa e informar vizinhos sobre como também combater estes focos. Usar repelente é importante em zonas com Aedes bem como proteger o tornozelo, local preferido para as picadas, com meias de cor clara pois as cores escuras das meias e roupas atraem os insetos.

 

 

BNA: O que pode ser feito para eliminar a presença do mosquito?

 

Dr. Schatzmayr: Os mais importante locais de proliferação de Aedes aegypti são coleções de água limpa, como caixas de água não tampadas, ralos de água pluvial, qualquer coleção de água de chuva que se acumule em pneus, garrafas de vidro ou pet, latas abandonadas, enfim qualquer resíduo sólido jogado fora e que permita juntar água de chuva.

 

Quanto às bromélias, que foram consideradas importantes reservatórios, estudos recentes mostraram que as larvas de Aedes sobrevivem mal nestas plantas. Recomenda-se porém observar se larvas estão presentes e se este for o caso, retirá-las, regando com água limpa com pressão.

 

 

BNA: Porque a água acumulada è tão perigosa? O perigo também vale para a água de piscina?

 

Dr. Schatzmayr: O Aedes não coloca ovos em água de esgoto normalmente, quem usa estas águas são os pernilongos que picam e zumbem no ouvido à noite, do genero Culex.

 

O Aedes  coloca ovos em recipientes contendo água limpa, em geral nas paredes próximas à água. Quando em contato com a água, as larvas nascem em poucos minutos. Como os ovos sobrevivem no meio ambiente por até um ano, pois têm uma casca muito resistente, eles podem permanecer nas paredes do recipiente, esperando a próxima chuva ou a próxima entrada de água em uma caixa d'água, por exemplo.

 

Um piscina tratada com cloro não é usada pela fêmea para colocar ovos, pois ela reconhece o odor, porém uma piscina abandonada sem tratamento é um perfeito criadouro, nascendo milhares de larvas, que viram adultos em até doze dias.

 

 

Atlas of Dengue Viruses, Morphology and MorphogenesisBNA: É verdade que colocar borra de café nas plantas ajuda a eliminar o mosquito?

 

Dr. Schatzmayr: Borra de cafe é descrito como um bom agente anti-larva e funciona em pequena escala. O problema é que a borra é também tóxica para muitas plantas e o meio ambiente, quando espalhadas em excesso e sem cuidado. As fábricas de café solúvel, por exemplo, têm grandes problemas no descarte deste material.

 

BNA: O inseticida mata os ovos do mosquito ou o mosquito?

 

Dr. Schatzmayr: O inseticida mata as larvas ou o mosquito adulto, dependendo do produto. Hoje, além de substâncias quimicas que são quase sempre agressivas para o meio ambiente, estuda-se muito os chamados bio-larvicidas que são substâncias obtidas de outros insetos e bactérias e que podem ser preparados em laboratório para serem lançados sobre coleções de água onde existem larvas. Existem muitos problemas técnicos, mas as pesquisas têm conseguido bons produtos. O Brasil fabrica e usa alguns deles.

 

BNA: E os ovos ‘ressecados’ do Aedes também são perigosos?

 

Dr. Schatzmayr: Os ovos de Aedes aegypti são revestidos por uma capa muito fina e muito resistente, que permite a sobrevivência mesmo em ambientes muito secos por cerca de uma ano. Estes ovos lançados sobre água limpa, em poucos minutos permitem a saida da larva que tem tamanho muito pequeno mas cresce rapidamente, se alimentado de matéria orgânica existente na água. Dias antes de se transformar em mosquito adulto, a larva toma a forma de pupa, que é chamada popularmente "cabeça-de-prego". Logo após surge o mosquito adulto, cerca de oito a doze dias após o nascimento da larva, a depender do alimento existente na água onde estão as larvas, da temperaura e de outros fatores.

 

BNA: O uso de velas e incensos ajuda a ‘espantar’ o mosquito? E o repelente?

 

Dr. Schatzmayr: Velas contendo andiroba, por exemplo, são repelentes porém de baixa eficácia se usadas em ambientes abertos e ventilados. O efeito se perde rapidamente. São úteis quando em ambientes pequenos e mais isolados. Precisam também ser de boa qualidade, com quantidades de repelente bem dosadas, o que em geral não é o caso.

 

Os repelentes como os derivados do ácido crisantêmico, muito usados pela industria, são eficientes por várias horas e de muito baixa toxicidade para o homem quando usadas de acordo com as bulas. São importantes quando se penetra em áreas com circulação de mosquitos, em especial se há casos de dengue na região.

 

BNA: Em que ponto está a pesquisa de uma vacina contra a dengue?

 

Dr. Schatzmayr: As pesquisas em vacinas estão avançando mas há  problemas.  Através de técnicas modernas de biologia molecular foram obtidos três produtos por três diferentes laboratórios, os quais estão em fase de teste em animais e em pequeno número de voluntários humanos. Espera-se que em três a cinco anos seja possível usar um ou mais destes imunizantes, pelo menos em populações de maior risco.

 

 

 


 

Agradecimentos:

 

Agradecemos ao Dr. Hermann G. Schatzmayr pela entrevista exclusiva ao site Brasileiros-na-Alemanha.com e à Dra. O. M. Barth, também do Departamento de Virologia da Fiocruz, pelas fotos do virus da Dengue tipo 2 e do Atlas of Dengue Viruses, gentilmente cedidas para publicação nesta entrevista.

 

Link: Departamento de Virologia da Fiocruz: http://www.ivdrj.ufrj.br/epimiologia.htm

 

 

Fotos:

 

• Dr. Hermann Schatzmayr, Virologista do Departamento de Virologia da Fundação Instituto Oswaldo Cruz/RJ/BR. Isolou o vírus da dengue pela primeira vez no Brasil, em 1986.

 

Dengue Tipo 2 (original mag.:140.000x, final mag:340.000x) OMB, Fiocruz, RJ/BR.

 

 

• Mosquito Aedes aegyptis

fonte: internet.

 

Atlas of Dengue Viruses, Morphology and Morphogenesis

Barth, O.M.; Rio de Janeiro:2000, 209 p.


Copyright: http://www.brasileiros-na-alemanha.com/portal/

Este texto é uma entrevista exclusiva concedida ao nosso portal e só poderá ser reproduzido ou traduzido (completo ou em parte) com autorização da administração do site Brasileiros-na-alemanha.com. A reprodução só será autorizada se forem DADOS OS DEVIDOS CRÉDITOS AO SITE E À AUTORA DA ENTREVISTA.

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