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Colaboração dos Leitores
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Por: Dona Filomena
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19.05.11 |
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Oi, BNAs, sou a Filomena. Dona Filomena. Por favor não me chamem de Filó ou de Vó, apesar de eu ter idade pra ser mãe da maioria de vocês e avó de outros tantos. Vocês vão gostar de mim, mesmo eu sendo uma pessoa meio direta de vez em quando. É que eu não tenho paciência. Aqui vou fazer um teste de aceitação do público, se não der certo eu continuo como leitora. Demoraram um tempo pra me responder, mas me aceitaram. Vou me controlar. Um pouco. Pronto, falei.
Aos poucos vocês vão saber um pouco mais sobre mim, se o site me deixar ficar. Eu moro na Alemanha há alguns anos, no sul, na capital do estado de Baden-Württemberg e gosto daqui. Já acompanhei muitas coisas, aprendi a gostar de internet com amigos jovens, que me mostraram essa janela para o mundo. Agora aprendo a ser neurótica com uma nova amiga que mora nesta minha cidade.
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Colaboração dos Leitores
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Por: Ricardo Soazeli
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08.12.08 |
 Daqui alguns anos, predizem os futurólogos, metade dos EUA vai falar espanhol. Esta previsão pode estar de acordo com uma análise lógica do forte processo de imigração e crescimento da população hispânica no país, mas não é totalmente verdadeira.
Não quero entrar na discussão se existem ou não meias verdades, mas o fato é que, apesar de lógico, o processo que transforma imigrantes em cidadãos de um outro país não existe sem efeitos diretos, ou seja, ele deve coexistir.
Do outro lado desta moeda está um Estado-Nação cada vez mais diversificado e, por isso, enfraquecido. O desafio que isto gera é que o ser humano não consegue se entender sem ele. E isto é fundamental para esta análise.
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Colaboração dos Leitores
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Por: Bibiana Nilsson
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15.12.10 |
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Não é a primeira vez que eu venho para a Alemanha, mas é a primeira vez que eu preciso me deparar, de verdade, com o jeito alemão de ser. Aos 16 anos eu fiz um intercâmbio e passei oito meses em terras germânicas. Eu amei, não queria voltar pro Brasil. Passei os anos seguintes sonhando em retornar para cá e agora ... eu só quero entender. Não que não seja uma experiência boa, mas é muito diferente do que eu imaginava. Trabalhando entre alemães, morando com alemães, eu tenho conseguido perceber mais as nuances – o que nos aproxima e o que nos separa, além do Atlântico. É surpreendente. Estou morando em Hamburgo há praticamente dois meses. Trabalho na bab.la, um portal multilinguístico, em que sou responsável pelo conteúdo e também pela parte de Marketing. É bastante trabalho para um estagiário e bastante responsabilidade também – coisas que a gente vê no Brasil, inclusive.
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Colaboração dos Leitores
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Por: Ricardo Soazeli
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10.11.08 |
 A arte tem um papel privilegiado na nossa vida. É um mundo mais belo, denso, profundo, complexo e articulado do que a ciência, sempre pretensiosa e inacessível à maioria. Por isso, se queremos respostas, a arte, quase sempre, pode nos ajudar mais que tudo.
Aqui vou lançar o exemplo da música para continuar em nosso tema anterior, onde proponho uma nova postura, a do sujeito reflexivo, diante dos desafios do trauma que a Era Moderna nos impõe. Você conhece esta música do Legião Urbana?: “Quando o sol/ bater/ na janela/ do seu quarto...”
O grupo é conhecido e bastante pop, apesar da complexidade das letras de Renato Russo. Num outro trecho da mesma canção ele canta: “tudo é dor e toda dor vem do desejo de não sentimos dor”.
Neste ponto é que quero fazer um duo com ele. Não na canção, mas em sua teoria. Já falamos da explosão de desejos que a Modernidade nos impõe e este sentimento é originalmente confuso, pois se origina de duas substâncias simples, mas incompatíveis: o corpo e a mente.
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